Comunicando com meu Eu Superior

PUBLICADO EM: POR: Michaela

Já haviam se passado muitas semanas depois da minha limpeza dos Centros de Energia em que eu fui operada pelo Arcturiano e pelo Siriano. Eu continuava na minha saga de limpezas e de liberações de cargas energéticas desta vida e de vidas passadas. Como se o mundo acelerasse a minha volta, as coisas começaram a acontecer muito rápido e cada dia alguma experiência incrível acontecia, alguma bilocação para uma realidade paralela, nem que fosse por 1 segundo, ou alguma descoberta nova, tantas que eu não conseguia mais tempo para anotar todas no meu computador. Eu comecei a anotá-las em folhas de papel avulsas e jogar dentro da minha bolsa, as vezes mais de uma num mesmo dia, na esperança de que quando chegasse em casa eu pudesse passá-las para o computador, mas quando eu chegava em casa, por algum motivo, eu estava tão exausta que só conseguia comer e dormir para acordar no dia seguinte e começar tudo de novo. Finalmente, chegou uma época em que as experiências começaram a acontecer uma seguida da outra num mesmo dia e eu não tinha nem mais tempo para anotá-las numa folha de papel avulsa para jogar dentro da bolsa. Eram contatos com guias e Seres galácticos, visões de linhas paralelas e visões de acontecimentos futuros nesta linha temporal, bilocações, descobertas sobre mim, tudo vinha e ia e eu só podia vivenciar sem registrar, pois na maior parte das vezes, aconteciam durante o meu expediente de trabalho e eu não tinha como parar (mais tempo além do que já tinha parado) para anotá-las. E ainda tinha que dar conta da minha cota de trabalho todos os dias.

Um belo dia, percebi que a minha mente estava muito barulhenta. Na verdade, já faziam 3 dias que eu tinha uma música na minha cabeça e não conseguia tirá-la de lá, não conseguia fazer com que ela parasse de tocar na minha cabeça. Por mais que eu me esforçasse em pensar em outra coisa, em pensar em nada, em ouvir outras músicas, ela continuava lá. E nem era uma música inteira, era só uma parte dela. Era parte da música tema do filme Avatar (o Avatar dos Seres azuis, não o Avatar dA Lenda de Aang rs). A parte que ficava repetindo insistentemente na minha cabeça era “I See You”. O dia inteiro, durante todo o tempo em que eu estava acordada, durante uns 3 dias, eu ouvi dentro da minha cabeça alguém cantando “I See You” repetidamente, um “I See You” seguido do outro.

Isso (ouvir letras de músicas) já estava acontecendo há um tempo, e sempre era alguma mensagem de algum mentor ou algum Ser. Eu ouvia a letra e procurava no Youtube pelo clip com a letra da música e eu sabia qual era a mensagem, pois nas partes da letra que tinham a mensagem eu sentia arrepios no corpo ou alguma outra sensação no meu corpo, junto com uma espécie de transe e o conhecimento inato de que aquela era a mensagem. Às vezes também acontecia de a mensagem não ser exatamente a letra da música, nestes casos ao ouvir a música eu “ouvia” a letra modificada na minha mente com a mensagem correta, mas ouvir a música era sempre o gatilho para receber a mensagem. Mais alguém tem este processo de comunicação? Eu tenho uma teoria quanto ao porque destas comunicações com músicas. Acredito que deva ter alguma ligação com a linguagem de luz.

Fiquei muito surpresa com o fato de eu ter demorado tanto tempo para eu perceber que aquela música insistente era uma comunicação chegando. E mais surpresa ainda com a insistência desta comunicação, pois geralmente as músicas vinham e, se eu não parasse tudo para escutar a letra naquele momento, a conexão se perdia e eu ficava sem receber a mensagem! Já bem cansada e torcendo para a música parar logo de tocar na minha cabeça, eu procurei no Youtube “tema de Avatar” e cliquei no primeiro link que apareceu. O vídeo começou a tocar e o que se seguiu daí foi algo incrível, que vou tentar descrever em detalhes:

(o vídeo foi este, e eu só precisei assistir os 23 primeiros segundos:https://www.youtube.com/watch?v=3YDz-ftqr1g)

A primeira coisa que senti foi um calor irradiando por todo o meu corpo até as palmas das mãos, e parecia que transbordava pelas mãos (senti as palmas das mãos formigarem e esquentarem, e senti que o calor “escorria” pelas palmas para fora), então a minha coluna começou a queimar e a doer (de novo aquela sensação!), mas desta vez doeu bem menos. Um calor começou a subir desde a base da minha coluna até o topo da minha cabeça e minha visão ficou turva (não sei dizer se eu fechei os olhos nesta hora, mas lembro que vi tudo preto). Quando este calor atingiu o topo da minha cabeça, a sensação que eu tive foi que ele saiu de dentro do meu corpo e subiu até uma altura próxima ao topo da minha cabeça, e logo em seguida começou a descer de novo. Só que quando começou a descer, o “calor” era diferente. Parecia que vinha com alguma informação a mais, não sei explicar direito como que era esta sensação, mas vinha com mais energia do que tinha saído do meu corpo. Este calor que desceu veio percorrendo o caminho contrário até a base da minha coluna, mas desta vez a sensação era boa! (até que enfim! Hahaha). Era um calor que acalentava e relaxava todos os músculos doloridos das minhas costas, doloridos da hora em que a energia começou a subir, e eu comecei a sentir o meu corpo todo anestesiado e dormente. Eu não conseguia pensar em nada, não conseguia controlar aquela experiência, só conseguia sentir.

Fiquei assistindo várias e várias vezes os 23 primeiros segundos do vídeo, pois eu sabia que ali naquelas cenas tinha alguma informação que eu precisava entender, que eu precisava extrair. A energia que desceu trouxe um download de informação, que o meu cérebro 3D começou a acessar devagar, à medida que eu ia vendo aquelas cenas de novo e de novo. E não só informação, mas trouxe também “alguém”. Eu percebi que não estava mais “sozinha”. Tinha uma outra pessoa no meu corpo! Essa pessoa sentia e eu conseguia sentir a partir da perspectiva dela e sentir a partir da minha perspectiva, e eu vi que nós sentíamos diferente. Então vi o vídeo a partir da perspectiva dela e entendi: ela me olhava da mesma forma que o ator na cadeira de rodas olhava o avatar dormindo dentro do tubo de água, e senti o carinho enorme que ela sentia por mim, e como ela me admirava! Era um sentimento que transbordava pelo meu corpo! Meus olhos lacrimejaram sem que eu pudesse evitar (e eu tenho certeza de que eu tenho os guias para agradecer por ninguém do meu trabalho estar vendo nada daquilo que estava acontecendo comigo!). Sentir aquilo tudo de amor por mim mesma era uma experiência nova para mim!

O primeiro pensamento que veio na minha cabeça, então, foi: “Meu Deus, isto está realmente acontecendo comigo?” E percebendo o estado do meu corpo e o Ser que observava o meu diálogo comigo mesma de dentro do meu corpo, eu não consegui negar que isto estava sim, realmente acontecendo comigo.

Eu lembrei de todas as mensagens canalizadas falando sobre Eus Superiores e algumas poucas que eu tinha lido sobre kundalini e consegui entender o que estava acontecendo. Naquela hora eu precisei muito racionalizar todo o processo, absorver com o cérebro 3D, para validar aquela experiência. Porque uma experiência desta intensidade não acontece todo o tempo, todos os dias, e depois que ela “passa”, digamos assim, e você chega em casa e começa a lembrar, se você não tiver ESCOLHIDO ACREDITAR (e este passo é muito importante) que aquilo foi real na hora em que aconteceu, sua parte racional do seu cérebro 3D irá fazer de tudo para invalidar aquela experiência. Pode parecer impossível e estranho, mas a partir daí inicia-se uma batalha interior entre os dois hemisférios do seu cérebro, em que uma metade deles irá ter a certeza absoluta de que aquilo tudo foi real e a outra metade tentará fazer de tudo para te dissuadir disto e tentar voltar à “normalidade” novamente, ao estado anterior à experiência, em que esta parte racional do cérebro se sentia “segura”. Obviamente, esta parte racional do seu cérebro terá a ajuda de alguns amigos obsessores que não querem que você acredite que agora você tem contato com o seu Eu Superior. Portanto, certifique-se de fazer alguma coisa para ajudar o seu cérebro 3D a validar a experiência: escreva ela em detalhes, decrete para você mesmo, conte para um amigo de confiança, qualquer coisa que faça a experiência manifestar-se “neste mundo” está valendo.

O que se seguiu a isto foi que neste dia eu não consegui mais trabalhar rsrsrs Eu e Ela, que eu não sabia o nome, então, assistimos juntas ao vídeo todo da música, e não apenas aos primeiros 23 segundos. E eu entendi como a letra toda tinha tanto a ver com a gente! Todas as partes, desde a que dizia “Eu me vejo pelos seus olhos”, a que diz “Caminhando por um sonho, eu te vejo”, e “Eu vivo através dos seus olhos”, todas! Eu realmente me apaixonei por mim mesma neste dia. Ela me lembrava de um Eu que eu já não era fazia muito tempo.. Eu me lembrava de mim daquele jeito, talvez, na minha infância, nos primeiros anos. E a sensação era tão boa! Era como um alívio, como se todas as máscaras que a sociedade havia forçado em mim tivessem de repente perdido o sentido. Ou fui eu quem coloquei aquelas máscaras para poder “navegar” pela sociedade?

Para a minha surpresa, depois de ter reclamado tanto da música que não saía da minha cabeça e que eu estava doida para remover a todo custo, eu baixei a música e coloquei no meu celular, e nos dias que se seguiram eu a ouvia repetidamente rs. Aquela música tinha o poder de fazer o meu corpo todo vibrar e me transportar para junto do meu Eu, e a partir daquele momento em diante, eu queria estar sempre com Ela. A música passou a ser o nosso código secreto, e toda vez que eu ouvia “I See You” cantando na minha cabeça, eu sabia que era Ela, que vinha me ver.