Energias de Transmutação do Grande Sol Central

PUBLICADO EM: POR: Michaela

(Leia sobre o trabalho de meditações do nosso grupo aqui.)

No dia anterior ao encontro começamos a receber intuições sobre o nosso trabalho de domingo. Recebemos a intuição de que o trabalho teria alguma conexão com o Grande Sol Central (e uma das trabalhadoras da luz foi guiada a textos na internet falando sobre o Sol Central), recebemos a intuição de que o trabalho seria abençoado e teria a participação da Mestra Nada e de que seria uma transmutação de energias envolvendo a geometria da flor da vida.

No dia do encontro, a caminho do Parque Lage, uma das trabalhadoras recebeu a informação de que nós usaríamos os nossos corpos para ancorar as energias que chegariam do Grande Sol Central, que entraria pelo nosso coronário e se concentraria no nosso coração superior, e nós deveríamos propagar esta frequência/luz do Grande Sol como um pulso, que sairia dos nossos corações e se espalharia desde o Parque para fora, formando o desenho da flor da vida. E na noite anterior, uma das trabalhadoras que não poderia participar, durante uma meditação, se viu no Parque ancorando as energias do Grande Sol Central no seu pequeno espaço do coração e irradiando por muitas dimensões. Estávamos todos recebendo as mesmas intuições e informações.

Quando chegamos ao Parque, descobrimos que nós estávamos em número de 6 participantes, que é o número exato para se desenhar a semente da flor da vida (parte interior da geometria sagrada, 10 segundos iniciais do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=6PITCUYwZ0I), o que confirmava ainda mais todas as intuições que havíamos recebido desde o dia anterior.

Ao iniciar o trabalho eu intuí que deveria me conectar com Gaia para fazer o trabalho daquele dia, então imaginei que raízes saíam da planta dos meus pés e iam se conectar com o núcleo de Gaia. Me imaginei entrando no núcleo de Gaia e lá dentro busquei me conectar com a Mãe. Ao invés de encontrá-la, vi alguns seres feitos de luz dourada que ficaram ao meu redor. Eu já havia me encontrado com estes seres que vivem no núcleo de Gaia antes. Ali, parada no meio deles, comecei a lembrar das minhas outras aventuras, em que eu os encontrei. Então me veio a lembrança da primeira vez que eu tive contato com Gaia, quando descobri que ela era uma entidade viva e ela veio falar comigo. Fui lembrando de todo o meu caminhar desde 2014 e de como tudo havia acontecido tão rápido, de todos os desafios que eu tive que enfrentar, de todo o apoio e de cada conversa com os guias, do carinho das entidades amigas, de toda a proteção e da comunicação sempre criativa dos anjos, das minhas aventuras com os meus Eus.. Foram várias cenas e lembranças que passaram pela minha cabeça. A medida que eu ia ficando mais e mais emocionada e mais e mais saudosa daqueles momentos, os seres do Grande Sol de Gaia iam se aproximando de mim (escrevi algumas das minhas aventuras multidimensionais aqui e pretendo, com o tempo, ir contando mais).

Em um dado momento eu senti tanto carinho e gratidão por tudo que havia acontecido comigo, que eu não queria mais me sentir separada deles. Eu senti o meu corpo se desfazer e desejei, com todo o meu Ser, que eu pudesse ficar unida com todos para sempre. Neste momento, eu me vi como um filete de luz espiralado e senti que o meu corpo vibrava
muito. Não durou muito tempo, eu e os Seres estávamos unidos, e eu não era mais um filete de luz espiralado, mas nós nos transformamos em uma nuvem dourada uniforme que se espalhava por todos os lados, dentro do núcleo de Gaia. Este novo estado me trouxe paz e estabilidade de energias para o meu corpo físico na superfície.

Na superfície, a participante que guiava estava falando sobre o Sol Central. Com o foco de volta ao meu corpo da superfície eu vi primeiro uma cabeça enorme de leão, e depois muitos rostos de sirianos. Nós recebemos os raios do Grande Sol Central pelos nossos chackras coronários e deixamos que eles entrassem até o nosso chackra cardíaco, depois imaginando que pulsos de luz do Grande Sol saíssem pelos nossos corações, formando o desenho da flor da vida. Uma parte desta energia escoava até as minhas raízes para o meu Eu fundido com o núcleo de Gaia. Neste momento, eu vi uma cidade no meio do oceano. No meio da cidade, havia uma grande torre de cristal transparente em formato de Obelisco. A cidade era construída ao redor deste alto obelisco de cristal, em formato circular. O desenho de como eram dispostas as construções ao redor do obelisco me lembrou a flor da vida. Vi que este cristal era ativado com os raios do Sol Central e começava a emitir um pulso, uma onda de energia.

Depois me vi dentro de um buraco de minhoca viajando rápido e me vi em um lugar de pura luz dourada. Lá haviam muitos seres feitos de energia, e eles eram carecas, não trajavam roupas, eram magros, não sei precisar a altura, porém os rostos eram finos e os olhos pretos eram alongados e puxados para cima em diagonal na cabeça. Os olhos eram “puxados” e finos e iam desde o nariz até o canto das cabeças dos seres.

Haviam muitos e eles vinham em multidão ficar na minha frente. Não falavam nada, só ficavam ao meu redor. Eu não sabia o que fazer ali. Depois de um tempo, me veio uma idéia na cabeça e eu perguntei: “eu estou no Grande Sol Central?” e o meu corpo se arrepiou de leve pelas costas, confirmando. Perguntei novamente e o arrepio veio novamente. Então eu intuí que eu deveria me unir em essência àqueles seres também, assim como eu havia feito com os seres do Interior de Gaia.

Uma vez unida a eles, eu sentia que eles haviam viajado até o Parque e estavam comigo, dentro do meu corpo! Juntos, começamos a falar frases, que eu não me lembro, mas lembro da impressão que ficou delas, e era como “Nós somos o Sol Central/Nós Somos Alcyone/Nós ativamos ../Nós transmutamos com a nossa energia ..”. Sentia o meu corpo físico ficar quente e uma energia saía e emanava para a superfície e para o meu Eu fundido com o núcleo de Gaia, enviando aquela energia simultaneamente para ambos.

Por último, vi um grande furacão de energia branca se formando no núcleo de Gaia, e girando no sentido anti-horário. Aquela energia foi rodando, e foi crescendo, se espalhando para todos os lados e preenchendo todo o núcleo, depois tudo até a superfície e depois englobando toda Gaia até os limites do espaço. Eu sentia que ela ia queimando, limpando, purificando tudo.

Ao retornar, no exato momento em que terminou, uma das participantes foi canal de uma mensagem linda, nos saudando e orientando mais trabalho. A voz que emanava uma energia bem forte e vibrante nos pedia para visualizar que cada pessoa presente no Rio de Janeiro era envolvida por um tubo de luz violeta e que de seus corações pulsava energia violeta de transformação pelas mãos e pés. Depois, nos pedia para imaginar que após as Olimpíadas estas pessoas retornavam para seus países, levando esta energia violeta para suas casas, espalhando-a e nos pediu para imaginar a grade cristalina de Gaia transformada com estas energias que as pessoas levavam consigo, para suas casas, transformando a grade cristalina de Gaia em luz violeta.

Assim que a canalização terminou, começou uma ventania muito forte no Parque. Depois soubemos que esta ventania havia ocorrido em vários bairros do Rio. Nos sentimos sendo saudados pelo povo da mata.

Após a meditação, mais de um participante intuiu que o transmissor da mensagem pela canal era o Elohim Hércules. Pendulamos e foi confirmado.
O pêndulo também confirmou que a cidade que vi era Atlântida que existe atualmente em outa dimensão em Gaia e que um cristal no centro da cidade foi ativado.


Perguntamos por quem mais estava presente e o pêndulo indicou Arcanjo Miguel e Jesus. Um dos participantes havia visto Jesus sentar no círculo conosco no começo do trabalho e outra participante havia visto Arcanjo Miguel pela tela mental.


Também foram vistos muitos mentores ao redor do nosso círculo, mais do que normalmente eu vejo, 5 guardiões que o pendulo confirmou que eram Exus e 1 guerreiro da frota da Federação que foi visto por uma das participantes trajando um uniforme da Federação e com uma pena na cabeça.