Ativação de DNA

PUBLICADO EM: POR: Michaela

Esta memória aconteceu em Fevereiro de 2015.

Durante os meses de Janeiro e Fevereiro de 2015 eu percebi que sempre despertava no meio da noite, sem nenhum motivo aparente, muito cansada. Mesmo cansada sentia a necessidade de levantar da cama, caminhar pela casa (geralmente ia até o banheiro ou a cozinha fazer um lanche) e depois voltava para a cama e pegava no sono novamente. Quando acordava de novo pela manhã estava exausta, muitas vezes mais cansada do que quando tinha ido dormir. Algumas vezes também acontecia de despertar mais de uma vez por noite, antes de acordar pela manhã com o despertador. Ao longo do dia ia recobrando as minhas forças, de alguma forma, e à noite o processo se repetia. Noites seguidas isto acontecia.

Comecei a pesquisar em textos de mensagens canalizadas para tentar descobrir o que poderia estar acontecendo. Em algumas mensagens li que os trabalhadores da luz estavam passando por ativações em seu DNA e que isto acarretava alguns sintomas, e sentir muito sono era um destes sintomas. Isto eram apenas teorias, pois eu não sabia ao certo o que estava acontecendo. Eu fiz um pedido para a espiritualidade, que se fosse possível e permitido, que eu pudesse estar consciente ou me lembrar depois do que acontecia comigo a noite, se eu ia para algum lugar, que eu ao menos uma vez conseguisse lembrar.

No final de Fevereiro, houve uma intensificação de luz de ativação. Foi informado nas mensagens canalizadas que as nossas noites se tornariam mais lúcidas. E foi assim que aconteceu.

Numa determinada noite, eu despertei no meio da noite como era comum, mas não me sentia tão cansada. Fiquei deitada e com os olhos semi-cerrados. Foi quando percebi uma luz verde intensa entrando pela janela. Pude sentir várias presenças entrando no meu quarto. Não senti medo, estava calma. A luz e as presenças no meu quarto me passavam esta calma.

Com os olhos fechados, pude sentir claramente a presença deles, ouvi suas vozes e acompanhei consciente tudo que acontecia. Em nenhum momento pude ver o que acontecia com meu corpo de fora, permaneci dentro, sentindo tudo. Senti uma presença me anestesiar, inundando minha região da cabeça delicadamente com luz, uma luz verde intensa, que me deixava sonolenta. Em seguida, me senti arrastada para fora do meu corpo, como em uma projeção astral. Sabia que a minha alma havia se separado momentaneamente de meu corpo, permaneci de olhos fechados.

Ouvia um irmão dando explicação para outros, como se ele fosse um instrutor a explicar aos demais o processo. Não me lembro bem hoje do que conversavam, mas sei que me chamou carinhosamente de irmã, dizendo que eu agora iria receber o meu tratamento. Era uma voz muito gentil. Agradeci mentalmente a ele e a todos os que estavam ali no momento, cuidando de mim, e agradeci a Deus pela oportunidade de estar participando do processo de forma lúcida e de estar recebendo o meu tratamento. A sensação é que eles possuíam uma espécie de dispositivo de mão. Apesar de não estar totalmente ligada ao meu corpo, sentia tudo que se passava com ele. Ouvi um barulho de motor quando um dos irmãos que me aplicavam o tratamento ligava o aparelho em cima da minha cabeça. Também via muita luz verde intensa e sentia uma pressão na cabeça. A luz atingia a região de trás da minha cabeça, no meio, na direção da pineal.

Procurei me manter calma e atenta todo o tempo para participar do que acontecia. Dócil, procurava relaxar o meu corpo o máximo que podia, para auxiliar no tratamento que estava recebendo.

Por muitas vezes me foi aplicado o “laser” verde com o aparelho. Senti nitidamente uma diferença no meu corpo à medida que recebia o tratamento. Sentia que o meu corpo se tornava mais fluídico, menos denso, por assim dizer. Gostei da sensação, era confortável, e procurei dizer isto mentalmente, pois sabia que os seres que ali estavam podiam ler a minha mente.
Pelo fato de o tratamento ter demorado, e muitas vezes foi necessário aplicar o “laser”, a minha parte Terrena foi ficando impaciente e em um momento instintivamente me mexi para despertar, notei que não conseguia me mexer, estava imobilizada. Nesta hora, procurei acalmar o meu Eu Terreno. Imaginei-o como uma criança, uma menininha. Eu a chamei para deitar abraçada comigo e comecei a conversar com ela, explicando a ela o que estava acontecendo e que não deveria ter medo. Isto ajudou a passar o tempo.

Permaneci imóvel, aguardando que o tratamento se encerrasse. Não sei precisar quanto tempo se passou, no que me pareceu ser bastante tempo, quando já não ouvia o motor do aparelho e não via a luz verde por um tempo tentei me mexer e vi que conseguia abrir os olhos. Estava de novo em meu corpo, deitada em minha cama, e os irmãos "cirurgiões" haviam ido embora. Fiquei elétrica, querendo recordar cada segundo e cada detalhe do ocorrido e demorei muito para pegar no sono novamente! Compreendi então os 2 motivos pelos quais um trabalhador da luz optaria por não recordar ou não estar lúcido durante o tratamento: o primeiro era que o processo era demorado e foi honestamente meio chato aguardar o término, e o segundo era que não havia nenhuma possibilidade de passar por esta experiência e logo depois tornar a dormir rsrs. Achei que ficaria elétrica e acordada durante o resto da noite, mas enfim consegui pegar no sono.

Este processo de ativação continuou nas noites seguintes e por mais duas noites pude acompanhar lúcida. Nas vezes seguintes o tratamento foi mais rápido, e sempre localizado atrás da cabeça, na direção da glândula pineal. Sempre da mesma forma, uma presença (daí já não era uma comitiva e sim um ou dois irmãos no máximo) entravam pela janela, via a aura esverdeada e uma forte presença, uma sonolência se seguia e depois sentia e ouvia o barulho do laser agindo. Logo em seguida, se retiravam.