Resgate na cidade arqueológica de Pisac - Peru

PUBLICADO EM: POR: Michaela

Acordei cedo para ir em um tour pelos arredores de Cusco. Era meu último dia na cidade antes de seguir viagem de volta para casa.

Quando entrei no ônibus do tour, fui contactada pelo Mestre Saint Germain, que com muito carinho me informou que eu iria auxiliar em uma missão durante o meu passeio. Eu fiquei muito feliz, pois não esperava e autorizei e agradeci o auxílio de entidades que vieram até o meu corpo e começaram a me preparar para a missão. Eu ainda não sabia o que iria acontecer ou aonde, mas vi que seria uma ação em conjunto com a Federação, pois eu os via no interior de naves pela minha tela mental, e sentia a energia deles junto ao Mestre e às entidades que vieram me ajudar.

Foi quando eu desci do ônibus para entrar com o grupo turístico na cidade arqueológica de Pisac que os meus mentores começaram a me contar sobre a tarefa que iríamos fazer ali:

 

 

A cidade de Pisac era um complexo de casas que durante o império Inca servia de moradia para muitas famílias. As casas eram construídas no topo de uma montanha e na montanha ao lado as pessoas escavaram buracos na rocha e colocavam as múmias de seus ancestrais (foto acima). Quando o Império Inca caiu, as pessoas que viviam na cidade fugiram e as tumbas foram saqueadas por espanhóis e outros povos. O povo Inca costumava enterrar os seus mortos com os seus principais pertences de valor, e tudo foi levado, incluindo a maioria das múmias, pelos saqueadores. Os espíritos dos ancestrais não entenderam este ataque aos seus túmulos, que eles consideravam sagrados. Esta ação gerou uma grande revolta nos espíritos, que se recusavam a sair da montanha, pois acreditavam que estavam defendendo suas terras e suas casas, que eram deles por direito.

Muitos anos depois, esta situação se agravava, pois aqueles espíritos estavam necessitados de cuidados médicos e ajuda psicológica, pois viviam amontoados em uma situação precária (visto com o terceiro olho a montanha se parecia com um cortiço), com pouca higiene e não deixavam ninguém se aproximar. As equipes de resgate haviam tentado algumas investidas, mas não tinham autorização para entrar no território. 

Eu via também que muitos espíritos de trevosos estavam infiltrados no território e instigavam a raiva e o sentimento de vingança, piorando a situação.

A minha tarefa ali era muito simples: eu devia somente entrar na cidade. Eu não precisava fazer nada, mentalizar nada, somente observar. Eu já estava unida as hierarquias de luz, carregava elas comigo, dentro do meu corpo. Uma vez dentro do território, que eu tinha o direito de entrar e os trevosos não podiam me impedir (apesar de terem tentado: eu despertei tarde, quase perdi o onibus para o tour, passei mal de enjôo até ser contactada pelo Mestre Saint Germain e aceitar a ajuda das entidades e da Federação, esqueci o meu boleto turístico no hotel e tive que comprar outro ali na hora de entrar no sitio arqueológico e ao entrar na cidade me senti empurrada e perdi o equilíbrio e quase caí no precipício ao lado da estradinha na encosta da montanha), eu deveria fazer uma oração (eu fiz a Ave Maria e o Pai Nosso) e pedir para as hierarquias de luz para ajudarem aquelas almas que estavam ali em sofrimento. Só isso.

A visão foi linda demais! Eu assisti tudo da montanha do lado, de dentro da cidade. A ação contou não só com espíritos de luz verde das hierarquias médicas do astral, como também um grupo grande de mentores de luz branca e com alguns Seres da Federação galática. Entre os mentores, eu via alguns mentores peruanos, eles estavam vestidos de branco mas tinham traços caracteristicos indígenas Incas. Foram eles que chegaram primeiro até as almas e fizeram o primeiro contato. Através deles, conversando com as pessoas, os demais socorristas se aproximaram e em seguida a equipe médica que fez os primeiros socorros ali mesmo no local, e aos poucos aquelas almas foram sendo resgatadas dali, sendo levadas em trilhas de luz branca e dourada para cima.

Depois que a última alma foi resgatada (eu já estava saindo da cidade, junto com o grupo de tour), vi que toda a montanha foi banhada de muita luz violeta, que limpava todo o local, e a montanha pôde ser devolvida a Gaia.