Ativação de portal multidimensional no Portal do Sol

PUBLICADO EM: POR: Michaela

Eu já estava no Brasil há alguns dias, mas não me sentia totalmente ancorada aqui. Desde que cheguei estava tendo muitas visões e me sentia em muitos lugares diferentes ao mesmo tempo, mas só tinha as sensações, não conseguia ver onde eu estava.

Então, na noite de 28 para 29 de setembro, eu deitei no sofá da sala para assistir um filme, mas peguei no sono antes de conseguir ligar a tv. Eu biloquei para uma linha temporal paralela em que eu não voltei para o Brasil no dia 26. Ao invés disto, segui viagem para Machupicchu e depois de lá retornei para a cidade de Ollantaytambo, onde fiquei hospedada alguns dias. Nesta linha temporal, eu fiz um trabalho nas ruínas da cidade:

Na manhã do dia 29, bem cedo, eu acordei no quarto ho hotel e comecei a me preparar para a ativação que iríamos fazer nas ruínas, na parte alta da cidade. Comecei a sentir algumas energias de resistência, mas chamei as hierarquias para me protegerem e tudo foi se acalmando aos poucos.

Me concentrei no Portal do Sol e vi que estava de pé com vestes longas e brancas e que todo o lugar estava livre das ruínas das pedras que estavam pelo chão quando eu fui visitar a cidade no tour do dia 25. Ao invés disto, as pedras grandes se encontravam ao redor do local, ordenados de uma forma que parecia com Stonehenge. Haviam outras pessoas lá comigo, outros trabalhadores da luz, também vestidos de branco.

Estávamos reunidos em espírito ali, nas ruínas etéreas de Ollantaytambo, e estávamos mais uma vez reunidos no Grande Sol Central de Gaia.

Senti que o Portal do Sol de Ollanta era um local de bênçãos. O lugar estava repleto de uma névoa rosa bem clara, como uma bruma nos nossos pés e joelhos.

Estávamos aguardando o momento certo, que seria o momento em que um raio do Sol viria nos iluminar, iluminar o centro do círculo, bater em uma das pedras e abrir um portal multidimensional ali, no centro do círculo. A nossa missão era sustentar aquela energia da abertura do portal, estabilizando a energia com a dos nossos próprios corpos e, sobretudo, colocar a nossa intenção benevolente de energia multidimensional nas energias branca e verde que entravam pelo portal. Porque a energia não conhece intenção, e assume a polaridade da frequência ao qual entra em contato, era importante que nós (e não os trevosos) estivéssemos ali para recebê-la.

Haviam muitos guardiões ao redor de Ollanta naquele momento e naves pequenas guardando os céus. A Federação estava apoiando a missão e tudo era calmo, tranquilo, luz.

O portal aberto nos conectava com uma civilização de Seres antigos de alguma parte do Universo. Eles nos enviavam uma grande quantidade de luz que atravessava o portal, incidia nos nossos corpos e em toda a montanha e nós a recebíamos, canalizando-a até o Centro de Gaia. Ao fazer isto, também adicionávamos os códigos que havíamos recebido e que estavam armazenados no nosso DNA. Uma vez recebida a energia pelos nossos Eus bilocados no Centro de Gaia, nós a armazenávamos nos crânios de cristal, tocando-os com as nossas mãos e ativando-os com estes novos códigos de luz.

Em seguida, nós direcionamos parte daquela energia como um pulso para toda a superfície de Gaia e todos os Seres nela viventes.

Agora eu vejo, cada crânio ativa um lugar específico de Gaia. Cada crânio é na verdade uma espécie de portal. São locais sagrados, templos, cristais mestres, pirâmides, conectados em forma de rede energética e o micro-projeto destes locais está dentro da micro-rede de crânios, dentro do Sol de Gaia.

A visualização termina e eu me vejo novamente no quarto do hotel em Ollanta. Eu recebo naquela hora mesmo as minhas próximas orientações: preciso seguir viagem para Lima, Peru.

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Neste momento, eu acordo na minha casa, no Brasil. Nesta linha temporal, eu não chego a ir a Lima, e não consigo acessar o que eu fiz lá na outra linha temporal. Eu acordei no dia 29/09, pela primeira vez desde que cheguei ao Brasil, totalmente ancorada nesta realidade. Para mim, o conjunto de ativações havia se encerrado ali, naquele dia.