O que são chips e implantes etéreos?

PUBLICADO EM: POR: Michaela

Implantes e chips são mecanismos etéreos que são colocados no corpo etéreo/astral das pessoas. São energia condensada que vibra em uma determinada frequência densa. Esta frequência densa em que os chips e implantes vibram, dizemos que é a "programação" deles, o propósito deles, para que eles servem. Pode ser qualquer padrão de vibração denso: inveja, raiva, estimular energia sexual, desequilíbrio mental (gera pensamentos descontroladamente), culpa, dentre tantas outras vibrações de baixa frequência.

Eles se acoplam ao corpo etéreo da pessoa por sintonia vibracional, o que quer dizer que permanecem acoplados enquanto a pessoa estiver vibrando naquela mesma vibração, e servem para ficar vibrando constantemente naquela vibração, "lembrando" à pessoa daquele sentimento ou memória do passado, e estimulando que a pessoa vibre naquela frequência, dificultando que esta se desligue daquele padrão energético.

Os chips e implantes são desenvolvidos pelas hierarquias do umbral com o objetivo de manter as pessoas encarnadas vibrando em frequências mais baixas. Desta forma, é possível que estas hierarquias absorvam a energia densa produzida pelas pessoas encarnadas nestes processos de padrão de comportamento e armazenem o ectoplasma recolhido para serem utilizados por eles no umbral como moeda de troca. Também dificulta que a pessoa ascenda para vibrações superiores e saia da roda cármica planetária.

Estes chips e implantes não aparecem em exames de raio-x ou qualquer outra forma de exame físico, pois estão acoplados em outra frequência, na frequência do corpo etéreo. Há chips formados de pura energia condensada com a aparência de pulsares e supernovas, parecidos com os da foto do post, outros com aparência metálica que lembram chips de computador (como no filme Matrix). A exposição continuada a um mesmo padrão de vibração negativo pode ocasionar doenças no corpo físico. Isto acontece pois o cultivo daquela vibração densa, gerando a acumulando energias pesadas em uma determinada região do corpo etéreo gera com o passar do tempo um "bolsão" de energia densa solidificada. O nosso sistema de corpos é inteligente e "sabe" que aquela energia densa não é benéfica para o Ser. Então, o seu corpo físico tenta ajudar a expelir aquele aglomerado de energia densa fazendo com que ele se manifeste no corpo físico, como uma forma de expelir a doença do corpo mais sutil, gerando uma doença que pode ser tratada e que permite à pessoa atentar para um padrão de comportamento que não é bom para ela. Quando a pessoa tem a chance de atentar para aquele comportamento, ela tem a chance de mudar, escolhendo um novo padrão vibratório mais sadio.

A principal diferença entre um chip e um implante é a sua função: um chip é um mecanismo de reprodução de uma determinada frequência (a função dele é ficar vibrando indefinidamente naquela frequência), enquanto que um implante pode ser qualquer artefato que bloqueia ou dificulta o livre circular de prana, um chackra, uma habilidade, ou seja, funciona como um "tampão" energético. Os implantes podem estar acoplados em variadas partes do corpo e vir em centenas de formatos diferentes.

A forma como uma pessoa pode desprender um chip ou implante de seu corpo etéreo é saindo daquele padrão de vibração. Quando isto acontece, o chip e o campo energético da pessoa passam a não ter ressonância de vibração (afinidade energética), o que ocasiona uma repulsa entre os campos energéticos um do outro.

É possível desprender-se de um chip ou implante sozinho, mudando seu padrão vibracional, através da evolução consciencial, ou através do auxílio de alguma terapia energética, assim como a cirurgia multidimensional. Na cirurgia multidimensional, o trabalho é feito acessando o corpo de vida passada que originou o padrão energético em questão e fazendo a liberação energética diretamente neste corpo. Quando isto é feito, o novo padrão de cura (perdão incondicional e amor incondicional) são reverberados através dos corpos para todas as vidas seguintes, chegando até a vida presente e ocasionando a libertação do paciente daquela energia de trauma.